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 CRAJIRU

O Crajiru é uma planta medicinal da Amazônia que apresenta efeitos antiséptico e cicatrizante.Seu chá tanto pode ser utilizado para higiene íntima,com lavagens,como também pode ser ingerido agindo como um antiinflamatório natural.



Escrito por Luxo da Amazônia às 02h59
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 MIRANTÃ

“Para os indígenas, ela é conhecida como mirantã; em Manaus, como

marapuama; e em Belém, como mirapuama. A pesquisa no Inpa está tentando

determinar o teor dos princípios ativos na raiz, na casca, na madeira,

nos galhos e nas folhas. Nos mercados e feiras, é vendida como

afrodisíaco”.



Escrito por Luxo da Amazônia às 02h30
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 UXI AMARELO E UNHA-DE-GATO

A unha-de-gato (Uncaria tomentosa) é uma planta medicinal. Seu nome popular foi inspirado na semelhança de seus espinhos com as unhas do gato - nos Estados Unidos ela é conhecida como Cat's claw. Serve  para o tratamento de doenças como artrite, gastrite, reumatismo e inflamações em geral.
A casca do uxi-amarelo é utilizada no tratamento de miomas. É feito um chá, que deve-se deixar ferver bastante. No caso específico do tratamento para mioma e cisto, é necessário tomar meio litro de uxi-amarelo de manhã e meio litro de unha-de-gato pela tarde.



Escrito por Luxo da Amazônia às 02h15
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   PAXIUBINHA

Família: Arecaceae (Palmae)
Espécie: Socratea exorrhiza (Mart.) H. Wendl.
Nome comum: Paxiubinha
A paxiubinha é uma espécie de floresta primária, com preferência por ambientes úmidos. Possui raízes adventícias características com espinhos. Palmeira de até 20 m de altura, de 10 a 18 cm de diâmetro, suportado por um cone de até 25 raízes adventícias acuneadas, amplamente espaçadas e que chegam a atingir 2m de comprimento, com estipe solitário, muito usado na fabricação de pisos e paredes de casa e seus frutos utilizados para artesanato regional.
A espécie é abundante no interior da floresta, em solos arenosos e encharcados, próximos a igarapés. Seus frutos são bastante apreciados pela fauna silvestre, os quais são seus dispersores.
Época de frutificação nos meses de maio a julho, fruto tipo baga, ovóide ou elíptico, com 2,5 a 3,5 cm de comprimento e 1,5 a 2 cm de diâmetro, amarelo-avermelhado quando maduro.
Multiplica-se por sementes. Em média, cada cacho produz cerca de 185 a 556 frutos; 1 kg contém cerca de 161 a 244 sementes. Os frutos devem ser coletados no chão, imediatamente após a queda.



Escrito por Luxo da Amazônia às 23h16
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  PAXIUBÃO

Família: Arecaceae (Palmae)
Espécie: Iriartea deltoidea Ruiz & Pavón
Nome comum: paxiubão, castiçal, baxiúba, zancona, bombom, barriguda.
Palmeira monóica, de grande porte, podendo chegar a 20m de altura, estipe solitário, ereto, colunar ou ventricoso, robusto a massivo, liso, numerosas raízes adventícias, frutos globosos. Gênero com uma espécie amplamente distribuída desde a Nicarágua até o sul da Bolívia, estendendo-se ao oriente da região Amazônica Brasileira.
O paxiubão é uma espécie que ocorre somente em ambientes alagados, em especial na beira de igarapés na terra firme, em relevos acidentados, tradicionalmente chamados de “grota”. Possui regeneração esporádica, provavelmente devido a seu nicho ecológico exposto ao distúrbio pela água.



Escrito por Luxo da Amazônia às 23h08
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  PATAUÁ

Família: Arecaceae (Palmae)
Espécie: Oenocarpus bataua Burret
Nomes comuns: patauá (Brasil), palma de leche (Colômbia), chapil (Equador).
O patauá é uma palmeira de grande porte (15 a 25m), unicaule, com uma inflorescência que possui a forma distinta, similar a um rabo de cavalo, chamada de panícula, sustenta de 500 a 4000 frutos, cada um pesando 4 a 15 g, com um peso total de 2 a 32 kg/cacho. Somente 1 a 3 inflorescências atingem a maturidade durante o ano.
Uma planta típica de patauá produz dois cachos de frutos, cada um pesando cerca de 15kg, sendo que em um hectare de patauazal natural na floresta, a produção pode variar de 1,6 a 3,5t de fruto fresco, sendo o cacho cortado da árvore quando maduro, já que os frutos caem após um período de uma semana ou mais. O patauá leva de 10 a 15 anos para frutificar.
O número médio de palmeiras produtivas nas florestas de baixio, que são as áreas mais úmidas com solos encharcados, foi em torno de 40 palmeiras/ ha, e nas florestas de terra firme, área de solos bem drenados, foi encontrada quase metade disso, com média de frutos por cacho de 19 kg, considerando-se dois cachos por palmeira/ ano.
Os frutos possuem uma forma redonda ovalada com epicarpo liso, de cor púrpura escura quando maduros, medem de 2,5 a 3,5 cm de comprimento, com floração entre os meses de maio a dezembro e de frutificação de dezembro a abril.



Escrito por Luxo da Amazônia às 23h04
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  AÇAÍ


Família: Arecaceae (Palmae)
Espécie: Euterpe precatoria Mart.
Nomes comuns: açaí, açaizeiro, açaí da várzea, açaí da terra firme, açaí solteiro, dentre outros.

Euterpe precatoria Mart. é uma palmeira com caule solitário, raramente cespitoso, com até 20m de altura, com 10 a 23 cm de diâmetro, possui flores masculinas e femininas na mesma planta, frutos globosos, com 0.9 a 1.3 cm de diâmetro, de cor púrpura escuro quando amadurecidos, apresentando mesocarpo suculento de onde se extrai o vinho ou suco de açaí. Ocorre em áreas de baixio, nas margens de rios e ocasionalmente em platô. É nativa da América Central e norte da América do Sul, e encontrado no Alto Amazonas, estendendo-se ao Mato Grosso, Bolívia, Peru, sul da Colômbia e Venezuela. O processo de germinação das sementes pode começar em seguida a queda dos frutos, já que ela não tem qualquer mecanismo de dormência a longo prazo.
Produz frutos de 4 a 6 vezes por ano, dando cachos com 4 a 12kg de frutos, com maior safra de outubro a março.Uma palmeira produz, em média, 16 a 32 kg/ano de frutos na safra e 12 kg/ano na entressafra.

 



Escrito por Luxo da Amazônia às 22h46
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JARINA

A jarina (Phytelephas macrocarpa R. e Phytelephas microcarpa R & Pav.) é uma palmeira pequena, de tronco grosso com numerosas raízes adventícias e flores de perfume forte. É conhecida também como "marfim vegetal", em português, tagua em espanhol, ivory plant em inglês e Brazilianische steinmüssee em alemão. Ocorre de forma espontânea em diversas regiões tropicais do mundo e no Brasil distribui-se por toda a região amazônica.
A palmeira possui crescimento lento, sendo encontrados indivíduos com mais de 100 anos de idade. As sementes levam 3 a 4 anos para germinar e as plantas de 7 a 25 anos para início da frutificação.
A árvore fêmea produz cerca de 6 a 8 cachos de frutos/ano, pesando cerca de 9 a 12 kg, com 8 a 12 sementes cada fruto. As sementes novas são líquidas, claras e insípidas, semelhante ao côco da Bahia. A semente tem aproximadamente 2,0 cm de diâmetro, pesando 35 gramas em média. O endosperma da jarina é um líquido claro quando a semente é ainda verde e é uma bebida refrescante na floresta. Quando o fruto está amadurecendo, o líquido adquire um aspecto gelatinoso, sendo também comestível, com um sabor semelhante ao do côco em alguns estágios de desenvolvimento.
Os frutos amadurecidos caem e soltam as sementes, permitindo a secagem de 4 semanas a 4 meses, dependendo das condições climáticas. As sementes amadurecidas tornam-se duras, brancas e opacas como o marfim, com a vantagem de não ser quebradiça e fácil de ser trabalhada. A coleta das sementes ocorre em grande quantidade entre os meses de maio e agosto, sendo a regeneração natural aleatória.
A palmeira é utilizada por populações locais na construção civil (cobertura de casas com as folhas), alimentação do homem e animais (polpa não amadurecida) e confecções de cordas (fibras). Contudo, a parte mais usada da planta é a semente, que em substituição ao marfim animal, é empregada na confecção de ornamentos, botões, peças de joalheira, teclas de piano, pequenas estatuetas e vários souvenirs. Transformada em jóias, a jarina está ganhando fama com as lojas de luxo, oferecendo relógios, brincos, braceletes e colares feitos de marfim-vegetal. As sobras da jarina são transformadas em um pó, que é exportado do Equador para os Estados Unidos e Japão, após o corte do material para a produção de botões.
Atualmente, com os riscos de extinção de animais fornecedores de marfim, a jarina apresenta-se como alternativa ao marfim verdadeiro. A crescente demanda por produtos naturais tem despertado interesse em muitas empresas que comercializam produtos das florestas tropicais, especialmente aqueles que podem consolidar o "mercado verde".
O aumento no interesse pelos produtos da floresta, principalmente dos não madeireiros, deverá refletir no incremento das pesquisas sobre o conhecimento tradicional, aliadas às pesquisas envolvendo aspectos ecológicos de espécies com potencial de uso, constituindo-se tanto numa alternativa ao desmatamento, como dos povos que vivem nessas florestas e fazem uso dos seus recursos.



Escrito por Luxo da Amazônia às 22h30
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Bem-Vindos!

 

A partir de hoje os clientes do Site Luxo da Amazônia têm mais um meio de conhecer e acessar nossos produtos. Aqui vocês poderão interagir conosco dando-nos sugestões através de comentários para que possamos estar cada vez mais próximos daquilo que nossos clientes buscam.

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Escrito por Luxo da Amazônia às 04h41
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